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Pedro Gravena

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Nós montamos uma agência…


O nome já dizia muito: Mosh. É aquele pulo que os artistas dão do palco direto pros braços da galera. E foi isso que fizemos, pulamos. Sem medo. Como em todo Mosh a gente tinha duas possibilidades, o pessoal levar a gente nos braços ou cair no chão. Caímos. Mas o importante aqui não era se ia dar certo ou não, o importante era tentar.
O conceito da Mosh era ter o Lab como centro e formar mais do que criativos para a propaganda, criativos para a vida. Gente capaz de criar uma música, uma ação, um joystick, uma cadeira, qualquer coisa que passasse para as pessoas o valor de uma marca.
Na Mosh todos eram artistas, desde o atendimento até a mídia, passando pela criação e produção. A todos tinham um talento paralelo, bordar, compor, filmar, ser maker, pintar, dançar, tudo o que é importante para ter um ambiente de trabalho diverso e multi-cultural.
Se vocês querem saber a minha opinião de por quê não deu certo, eu acredito que fomos ingênuos. O talento é só parte do negócio das agências. A maior parte é influência. Ter amizades com poderosos, com gente graúda como se diz por aí. Jantar com celebridades, almoçar com possíveis clientes, tudo isso faz parte (e muito) do negócio, e nenhum de nós estava disposto a fazer isso. Um erro que custou nossa empreitada.

 

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